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REZAS CATÓLICA

January 18, 2009

UM SITE CATÓLICO ENSINA O SEGUINTE SOBRE O ROSÁRIO:

COMO REZAR O SANTO ROSÁRIO:
O Santo Rosário compreende a meditação dos vinte mistérios da Fé Católica, divididos em quatro grupos de cinco mistérios – denominados Terço – e nos leva diariamente ao estudo e meditação profunda da Palavra Sagrada da Bíblia e das passagens mais importantes do Evangelho. Aos mistérios originais, recentemente o Papa João Paulo II instituiu novas meditações, sendo que os mistérios do Santo Rosário são: Gozosos, Dolorosos, Gloriosos e os Mistérios de Luz.

Rezar o Terço diariamente nos fortalece na fé em Deus, Jesus, Espírito Santo e na Santa Virgem Maria, sempre tão presente em nossas vidas.

Para se rezar o Santo Rosário, criou-se um instrumento denominado “Terço” exatamente por conter as bolinhas (ou contas) necessárias para contar as orações recitadas, correspondentes à uma terça parte do Rosário completo original, que continha apenas 15 mistérios.

O “terço” é composto de uma cruz seguida de contas (bolinhas), trançadas em um fio ou corrente, separadas em grupos específicos que representam no total as orações de um Credo, seis Pai-Nosso e cinquenta e três Ave-Maria, ou seja, a terça parte do Rosário

ESTAS REZAS COM FRASES REPETITIVAS E DECORADAS NÃO É O PADRÃO CRISTÃO DE ORAÇÃO, LONGE DISSO. A ORAÇÃO É UMA CONVERSA COM DEUS, O SITE “E A BIBLIA TINHA RAZÃO” APRESENTA 7 REQUISITOS PARA UMA BOA ORAÇÃO, A QUAL CITAMOS ABAIXO:

7 REQUISITOS PARA SE FAZER UMA BOA ORAÇÃO

Uma oração para ser eficaz precisa atender a alguns requisitos, vejamos a seguir pelo menos 7 dos muitos requisitos descritos na Bíblia:

1º – RECONHECER A SOBERANIA DE DEUS e prostar-se diante Dele, ter completa compreensão de que somente Deus, o Senhor, é capaz de ouvir e responder sua oração. Saber que não existem atalhos, este é o melhor e único caminho, e ainda saber que o Deus todo poderoso requer de cada um de nós louvor e adoração.

2º – Nossas orações não serão atendidas se não TIVERMOS FÉ GENUÍNA E VERDADEIRA. Jesus disse em Marcos 11:24: “… Por isso vos digo que todas as coisas que pedirdes, orando, crede receber, e tê-las-eis.”.

• Ao pai de um menino endemoninhado, Jesus disse em Marcos 9:23: “… Se tu podes crer, tudo é possível ao que crê.”.

• No livro de Hebreus 10:22 nos é alertado que “… Cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé, tendo os corações purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa ” .

• E na carta de Tiago 1:6 nos é dito: “… Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento, e lançada de uma para outra parte.” E em Tiago 5:15: “E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados.”

3º – A oração só poderá ser eficaz se FEITA SEGUNDO A PERFEITA VONTADE DE DEUS
• Em I João 5:14 lemos: “…E esta é a confiança que temos nele, que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve. ”

• Uma das petições da oração modelo de Jesus, “o Pai Nosso”, confirma esse fato: “…Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu” – Mateus 6:10 e Lucas 11:2.

4º – A oração deve ser FEITA EM NOME DE JESUS.
O próprio Jesus expressou esse princípio ao dizer em João 14:13-14: “… E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei.” – Nossas orações devem ser feitas em harmonia com a pessoa, caráter e vontade de Nosso Senhor.

5º – Não somente devemos orar segundo a vontade de Deus, mas também DEVEMOS ESTAR DENTRO DA VONTADE DE DEUS, para que Ele nos ouça e atenda. Deus nos dará as coisas que pedimos somente se buscarmos em primeiro lugar o seu reino e sua justiça conforme descrito em Mateus 6:33 : “… Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”.

O apóstolo João declara em I João 3:22 :“… E qualquer coisa que lhe pedirmos, dele a receberemos, porque guardamos os seus mandamentos, e fazemos o que é agradável à sua vista.”.

Obedecer aos mandamentos de Deus, amá-lo e agradá-lo são condições prévias indispensáveis para termos resposta às orações. Tiago ao escrever que a oração do justo é eficaz, refere-se tanto à pessoa que foi justificada pela fé em Cristo, quanto à pessoa que está a viver uma vida reta, obediente e temente a Deus tal qual o profeta Elias:

• Tiago 5:16-18 – “…Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos. Elias era homem sujeito às mesmas paixões que nós e, orando, pediu que não chovesse e, por três anos e seis meses, não choveu sobre a terra. E orou outra vez, e o céu deu chuva, e a terra produziu o seu fruto.”

• Salmos 34:13 e 14 – “…Guarda a tua língua do mal, e os teus lábios de falarem o engano. Aparta-te do mal, e faze o bem; procura a paz, e segue-a.”

O Antigo Testamento mostra este mesmo ensino. Deus tornou claro que as orações de Moisés pelos israelitas eram eficazes por causa do seu relacionamento obediente com o Senhor e da sua lealdade a Ele, sobre isto lemos em Êxodo 33:17 “…Então disse o Senhor a Moisés: Farei também isto, que tens dito; porquanto achaste graça aos meus olhos, e te conheço por nome.”

Por outro lado, o salmista declara que se abrigarmos o pecado em nossa vida, o Senhor não atenderá as nossas orações, sobre isto lemos em Salmos 66:18 – “…Se eu atender à iniqüidade no meu coração, o Senhor não me ouvirá…” e Tiago 4:5 “…Ou cuidais vós que em vão diz a Escritura: O Espírito que em nós habita tem ciúmes?”.

Eis a razão principal por que o Senhor não atendia as orações dos israelitas idólatras e ímpios, pois em Isaías 1:15 diz “…Por isso, quando estendeis as vossas mãos, escondo de vós os meus olhos; e ainda que multipliqueis as vossas orações, não as ouvirei, porque as vossas mãos estão cheias de sangue…”. Mas se o povo de Deus arrepender-se e voltar-se dos seus caminhos ímpios, o Senhor promete voltar a atendê-lo, perdoar seus pecados e sarar a sua terra:

• II Crônicas 7:14, 6:36-39 – “…E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.” e “…Quando pecarem contra ti (pois não há homem que não peque), e tu te indignares contra eles, e os entregares diante do inimigo, para que os que os cativarem os levem em cativeiro para alguma terra, remota ou vizinha, E na terra, para onde forem levados em cativeiro, caírem em si, e se converterem, e na terra do seu cativeiro, a ti suplicarem, dizendo: Pecamos, perversamente procedemos e impiamente agimos; E se converterem a ti com todo o seu coração e com toda a sua alma, na terra do seu cativeiro, a que os levaram presos, e orarem para o lado da sua terra, que deste a seus pais, e para esta cidade que escolheste, e para esta casa que edifiquei ao teu nome, Ouve, então, desde os céus, do assento da tua habitação, a sua oração e as suas súplicas, e executa o seu direito; e perdoa ao teu povo que houver pecado contra ti.”

• Lucas 18:14 – “…Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado.”

6º – Para uma oração eficaz, PRECISAMOS SER PERSEVERANTES. É essa é a lição principal da parábola da viúva importuna descrita em Lucas 18:1-7:
“…E CONTOU-LHES também uma parábola sobre o dever de orar sempre, e nunca desfalecer,Dizendo: Havia numa cidade um certo juiz, que nem a Deus temia, nem respeitava o homem. Havia também, naquela mesma cidade, uma certa viúva, que ia ter com ele, dizendo: Faze-me justiça contra o meu adversário. E por algum tempo não quis atendê-la; mas depois disse consigo: Ainda que não temo a Deus, nem respeito os homens, Todavia, como esta viúva me molesta, hei de fazer-lhe justiça, para que enfim não volte, e me importune muito.E disse o Senhor: Ouvi o que diz o injusto juiz. E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite, ainda que tardio para com eles? …”.

Em Mateus 7:7-8 lemos sobre a instrução de Jesus: “…Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á. Porque, aquele que pede, recebe; e, o que busca, encontra; e, ao que bate, abrir-se-lhe-á. ….”, isto nos ensina a perseverança na oração.
O apóstolo Paulo também nos exorta à perseverança na oração conforme descrito em Colossenes e Tessalonicenses:

• Colossenses 4:2 – “… Perseverai em oração, velando nela com ação de graças;”

• I Tessalonicenses 5:17 – “…Orai sem cessar”

Os santos do Antigo Testamento também reconheciam esse princípio. Por exemplo, foi somente enquanto Moisés perseverava em oração com suas mãos erguidas a Deus, que os israelitas venciam na batalha contra os amalequitas, conforme lemos em Êxodo 17:11: “…E acontecia que, quando Moisés levantava a sua mão, Israel prevalecia; mas quando ele abaixava a sua mão, Amaleque prevalecia. …”.

Depois de Elias receber a palavra profética de que ia chover, ele continuou em oração até a chuva começar a cair (18.41-45). Numa ocasião anterior, esse grande profeta orou com insistência e fervor, para Deus devolver a vida ao filho morto da viúva de Sarepta, até que sua oração foi atendida (17.17-23).

7º – A ORAÇÃO, QUER SEJA ELA INDIVIDUAL OU EM GRUPO, DEVE SER BREVE, CONCISA E OBJETIVA, pois Deus é Onisciente e Onipresente, e logo sabe das necessidades de cada um. A Bíblia nos alerta a não . Em Eclesiastes 5:2 lemos: “… Não te precipites com a tua boca, nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma diante de Deus; porque Deus está nos céus, e tu estás sobre a terra; assim sejam poucas as tuas palavras.”

Sobre a necessidade de sermos objetivos em nossas orações e que as mesmas não sejam repetitivas, lemos também em Mateus 6:7 – “… E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos.”. E também em Mateus 23:14 lemos: “…Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que devorais as casas das viúvas, sob pretexto de prolongadas orações; por isso sofrereis mais rigoroso juízo.”

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