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VENDA DE INDULGÊNCIAS

January 18, 2009

VENDA DE INDULGÊNCIAS

A igreja se preocupava mais com as questões políticas e econômicas do que com as questões religiosas. A venda de cargos eclesiásticos, relíquias e indulgências eram recorrentes. As indulgências provocaram críticas por parte de Martinho Lutero, monge agostiniano, que não aceitava a idéia de que cada cristão pecador poderia comprar o seu perdão no céu. (Curso de Licenciatura em História –Unimes)

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A revolta de Lutero contra o catolicismo a qual ele tanto se dedicou surgiu em boa parte pelo pecado da VENDA DE INDULGÊNCIAS. A Igreja católica no desespero de levantar fundos para a construção da BASÍLICA DE SÃO PEDRO mandou para a Alemanha o frade dominicano JOÃO TETZEL, delegado pessoal do arcebispo de Main com uma única finalidade, vender indulgências para levantar fundos para a igreja.


comercio da venda de perdão para construir a basílica de São Pedro

o príncipe Frederico, o sábio, e o duque da Saxonia, Georg haviam proibido aquela prática espúria nos seus territórios, mas muita gente ia nos estados vizinhos comprar indulgência e tais crêdulos ao retornarem aos seus territórios afirmavam que não precisam mais se penitenciar dos seus pecados, pois o documentos que haviam recebido davam-lhe o perdão dos pecados.

Segundo o catolicismo existe diferentes tipos de indulgências
idulgêngias plenárias e indulgências parciais

INDULGÊNCIA PLENÁRIA
O pecador esta livre de penas nesta vida e na vindoura

INDULGÊNCIA PARCIAL
o pecador esta livre de penas por tempo determinado, dez. vinte, ou trinta dias.

Quanto ao lugar as indulgências universais são para uso de todas as Igrejas em toda parte. As indulgências particulares são para uso das Igrejas específicas ou de relicários

A JUSTIFICATIVA BÍBLICA

a igreja católica inventou a doutrina da concessão de indulgências baseado em Levíticos 25.10-11 que diz:

“E santificareis o ano qüinquagésimo, e apregoareis liberdade na ter?ra a todos os seus mora?dores; ano de jubileu vos será, e tomareis cada um à sua possessão, e tornareis, cada um à sua família. O ano qüinquagésimo vos será jubileu.”

com base na doutrina do ANO DO JUBILEU em que Deus determinava a remissão dos escravos no território de Israel, a igreja católica por analogia vislumbrou ai, um meio de se auto promover com poderes que nunca lhe foi dado.

o papa vinculou o primeiro jubileu relacionado com as peregrinações à Roma. Foi instituído por Bonifácio VIII, em 1300, tomando a forma de indulgência plenária a todos os católicos que visitassem as basílicas romanas de São Pedro, São Paulo, Santa Maria Maior e São João Latrão, e recebessem os Sacramentos da Penitência e da Eucaristia.

No começo os jubileus do catolicismo era celebrado a cadas cem anos, mas o papa Clemente VI reduziu o período de celebração para intervalos de 50 anos


esta obra foi realizada por crédulos que a financiaram crendo que com seu dinheiro estavam recebendo o perdão dos seus pecados

o papa Urbano VI em 1389 reduziu o intervalo para 33 anos e o papa Paulo II para vinte e cinco anos isto em 1389.

portanto, a indulgência plenária, à qual es?tão anexos muitos privilégios e concessões particulares, como o poder de obter-se a absolvição de alguns pecados.

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